O mercado financeiro brasileiro acaba de sofrer um de seus maiores abalos recentes. A liquidação extrajudicial do Banco Master e, consecutivamente, do Will Bank pelo Banco Central, expôs uma fragilidade que muitos investidores ignoram: o risco de crédito e a dependência de garantias institucionais. Com um rombo que pode custar até R$ 50 bilhões ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC), a pergunta que fica não é apenas "quem vai pagar a conta?", mas "onde meu dinheiro está realmente seguro?".

Quando figuras como Tiago Nigro alertam sobre a insustentabilidade de taxas agressivas em instituições alavancadas, não é pessimismo, é análise de risco. O investidor que buscou o "ganho fácil" nos CDBs de 140% do CDI hoje enfrenta filas, burocracia e a incerteza do ressarcimento.
Por que o Mercado Imobiliário vence essa batalha?
Diferente de um número em uma tela de aplicativo que depende da saúde financeira de um conglomerado, o imóvel possui tangibilidade.

Imagem de um lançamento imobiliário em São Paulo.
Inexistência de Liquidação: Um imóvel não "quebra" nem é liquidado pelo Banco Central. Ele é um ativo físico, regido por leis de propriedade sólida.
Resiliência Inflacionária: Enquanto crises bancárias podem corroer o valor da moeda, o imóvel historicamente acompanha ou supera a inflação (IPCA/INCC), protegendo o poder de compra.
Gerador de Fluxo de Caixa Real: O aluguel é um contrato entre partes baseado na necessidade básica de moradia ou comércio, não em derivativos financeiros complexos.
O caso Master/Will Bank nos ensina que a segurança não está na promessa de rendimento, mas na qualidade do lastro. Investir em tijolo é investir na certeza de que, aconteça o que acontecer no xadrez de Brasília ou na Avenida Faria Lima, o seu patrimônio continua lá: físico, valorizando e sob o seu controle.
Não deixe sua segurança financeira nas mãos de instituições instáveis. Fale conosco e agende uma consultoria estratégica com o time da Holder Investimentos para converter risco bancário em solidez imobiliária.
por Daniel Jin, sócio da Holder Investimentos.
